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Thinking Blogger Award maio 31, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in blogosfera.
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awardthinkingdk7.jpg Eu nem sabia do Thinking Blogger Award até ter meu blog citado pela Cláudia na sua lista de 5 favoritos. Fiquei tão feliz com a escolha dela e mais ainda com a descrição:

A Mel é designer e está fazendo mestrado em Columbus, OH. Ela adora música eletrônica, tem um alto astral incrível e eu fico de longe, só admirando essa “menina” desbravar o mundo. E ela vai longe!

A vida na blogosfera é assim. Não basta somente ser blogueira, tem que participar. Se você é indicado para o award, precisa indicar 5 blogs favoritos. Então aí vão os meus:

Life, now playing – Não sei se as regras do jogo permitem indicar quem te indicou, mas não tinha como não citar o blog dela. É um dos meus favoritos e venho acompanhando há tempos. A Cláudia é um exemplo de “gente que faz”, do tipo que não mede esforços para correr atrás dos sonhos. Ela escreve super bem, inspira os leitores, dá ótimas dicas e atualiza com frequencia o blog. Agora ela também mantem o blog Viajar bem e barato que tem dicas excelentes sobre viagens e promoções relâmpago.

Mude – O blog do escritor Edson Marques possui textos inspiradores, provocantes e que fazem pensar. Vale a pena uma visita diária. Não deixem de conferir seu excelente poema Mude.

Pirão Sem Dono – Este blog recentemente passou por uma reformulação de visual e conteúdo. Gostei de ter sido convidada pra fazer o banner e ícones. Foi super divertido. O VP tem um humor inteligente a la Verissimo que eu amo. O novo Pirão agora tem um assunto diferente pra cada dia da semana: Crônicas (2a), Musicology (3a), Manual do Enrolador (4a), Momento Lontra (5a) e Pirão Drops (6a).

Issanidades – Como o nome diz, esse é o blog da Issana. Quem sabe, faz ao vivo. Assuntos diários ficam com gosto de crônicas inteligentes no blog dela.

Leninha, no mundo da lua e dos kiwis – Não a conheço pessoalmente, mas pelo blog já vejo que a Leninha é um amor de pessoa e tem muitos pensamentos parecidos com o meu. Ela morava na Alemanha e agora se mudou pra Nova Zelândia.

Agora meus indicados precisam indicar mais 5.
É assim, gente. Uma corrente.
Quem não indicar vai arder no mármore do inferno. E tenho dito!

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Detroit! maio 30, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in viagens.
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enjoy-detroit1.gif

Cada festival é uma experiência totalmente diferente. O Detroit Electronic Music Festival me surpreendeu em todos os quesitos. DJs do mundo todo, música de primeira, 4 palcos, 3 dias e muita gente diferente. Pela primeira vez pude participar de um movimento autenticamente americano (techno de Detroit) e, o mais incrível, me identificar com aquilo tudo e com todos ali presentes. Moro nos Estados Unidos há três anos e até então não consegui me identificar com muito dessa cultura.

loco-dice.jpgO evento tinha 4 palcos e eu passei a maior parte do meu tempo numa tenda onde só tocava minimal techno. Estava como pinto no lixo. Lá toda música era boa, com destaque para os lives do Loco Dice (foto ao lado) e Luciano. O live do Gui Boratto (brasileiro) impressionou muito. Foi sensacional. O evento fechou com um DJ set do Jeff Mills (foto abaixo), uma das lendas do techno de Detroit. Eu ouço falar no Jeff Mills desde que me entendo por gente. Meu primo da Bahia sempre pedia pro meu pai caçar discos dele nas suas viagens mundo afora.

Foi muito interessante ver a música unindo pessoas de todos os tipos. Nunca vi tanta gente diferente na vida. Só observar as pessoas já era um show a parte. Tinha grávidas, bebês, crianças e velhinhos com seus 75 anos. Todos bombando à sua maneira. Foi muito legal ver tanta gente curtindo demais aquilo ali. Muita gente simpática. Conhecemos muita gente por lá.

jeff-mills.jpgFoi um festival muito diferente dos que já fui no Brasil. Principalmente pelo tipo das pessoas. Cada um tinha um estilo diferente. Um jeito de dançar diferente. E todo mundo se respeitava. Todo mundo interagia. Fiquei pensando em como serão meus festivais na Europa. Se aqui já achei as pessoas diferentes, imagina lá. Falando nisso, falta exatamente 1 mês pra minha viagem.

Além de quase 100 fotos, fizemos 2 horas de vídeo. Estou só esperando as aulas terminarem semana que vem para fazer a edição desse material todo e colocar num DVD. Registramos toda a viagem. Foi um bom treino de como será o processo na Europa.

Detroit, aqui vou eu! maio 26, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in comida, diversao & arte, viagens.
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Tudo certo pro primeiro festival do ano. Eu e Rô amanhã estamos pegando a estrada pra Detroit! A sétima edição do tradicional Detroit Electronic Music Festival rola sábado, domingo e segunda, de meio-dia à meia-noite. O evento acontece no Hart Plaza, centro da cidade, e além de contar com apresentações de lendas do techno de Detroit como Juan Atkins e Jeff Mills, traz também nomes novos da cena eletrônica mundial como o brasileiro Gui Boratto. As atrações se dividem em quatro palcos.

Estou levando a filmadora nova que vai me acompanhar pela Europa. Esse festival vai virar um documentário em breve! 😉

Emprego novoooo! maio 25, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in mestrado, profissao.
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(atenção: post enorme a caminho! Senta que lá vem história)

Eu ia escrever aqui pedindo para cruzarem os dedos pois havia uma remota possibilidade de eu conseguir um novo GA (Graduate Associateship) – trabalho meio-expediente na faculdade que paga pelos meus estudos e me dá um salário. Nos primeiros 2 anos de mestrado eu trabalhei na revista Que Pasa, OSU. O primeiro ano lá foi terrível. Me estressei horrores, fui abusada pelo meu chefe que não tinha noção de que eu tinha uma vida além daquele trabalho. Fiquei extremamente estressada, senti raiva, trabalhei além do que deveria… Todas aquelas coisas ruins que a gente tenta evitar na vida. Eu tentei conseguir um GA novo para meu 2o ano de mestrado. Cheguei a fazer entrevista na Digital Union para trabalhar fazendo pesquisa sobre tecnologias emergentes. Parecia o job perfeito. Mas não me escolheram. Então eu tive que encarar a revista por mais 1 ano. Como eu não tinha como evitar essa situação, resolvi mudar minha atitude. E consegui! Meu 2o ano na revista foi totalmente diferente do primeiro. Aprendi à dizer não, à impor meus limites, à me valorizar e fazer com que me valorizem e não trabalhar além do horário. Meu chefe passou a me amar e me respeitar muito mais. Ele continuou enchendo o saco dos outros, mas comigo o negócio era diferente. Ficar na revista esse 2o ano acabou sendo essencial pra mim pois eu tive que aprender a lidar com fraquezas que vinham me acompanhando há tempos. Consegui reverter a situação. Agora sou respeitada, meu trabalho apreciado. Eu aprendi.

Depois que consegui reverter a situação, o trabalho ficou bem monótono. Resolvi que não ia mais usar meu intelecto naquele lugar pois valia muito mais a pena guardar minha massa cinzenta para o mestrado. O trabalho na revista nunca me estimulou intelectualmente. Ainda mais agora que estou entrando nessa área de arte e tecnologia, instalações interativas e afins. Eu estava trabalhando na revista com muita facilidade, sem grandes empolgações, só pq precisava disso para pagar meu mestrado e minha vida aqui. Como estava difícil encontrar outra coisa e eu tinha conseguido me impor na revista, estava pensando em ficar assim até me formar. Pois o trabalho não estava mais estressante e eu estava tendo como me dedicar só ao mestrado. Mas é claro que adoraria trabalhar com algo mais na minha área. Mas onde?

Acabou que a montanha veio a Maomé. Eu não estava procurando nada até que o professor da minha aula me mandou um e-mail na 6a passada falando da remota possibilidade de trabalhar num projeto usando a tecnologia da reacTable. Eu já tinha visto esse projeto antes e babado um bocado nele. Respondi que estaria interessada mas achei que não daria em nada pois o professor mesmo disse que estava só especulando. Essa semana ele me enviou um outro e-mail perguntando se eu estaria disponível para o próximo ano acadêmico e possivelmente o verão. Respondi que sim e comecei a pensar que seria muito legal se rolasse de trabalhar num projeto desses. Algo inovador, bem na minha área de interesse. Essa é uma área difícil de entrar então seria muito bom poder trabalhar com isso enquanto ainda estou na faculdade. Assim eu já iria adquirindo experiência e fazendo contatos. “Um trampolim para meu futuro profissional”, eu pensei.

Enfim… hoje depois da aula o professor veio dizer que a diretora do ACCAD estava querendo falar comigo sobre essa possibilidade de trabalho. E antes mesmo de eu sair ela já veio falar comigo. Acabou que ela veio falar de outra possibilidade. Ela disse que viu meu site e meu blog da tese e achou que minha área de interesse tem tudo a ver com esse outro projeto — que já está certo de rolar pelo próximo ano acadêmico todo.

Esse projeto novo é para trabalhar com uma cia de dança da Alemanha. Segundo a diretora do ACCAD, o coreógrafo desse grupo é um dos melhores do mundo e o projeto terá muita visibilidade. Tudo isso irá culminar numa instalação no Wexner Center dentro de um ano. Os designers envolvidos no projeto já fizeram várias visualizações gráficas da performance. Agora eles querem que a performance seja interativa então estão me convidando para fazer parte da equipe de criação para ver como poderemos adicionar interatividade real-time da platéia com a dança. E está tudo em aberto. Segundo a diretora do ACCAD, eu serei a criativa responsável por definir essa parte.

Depois ela ainda me pergunta: “Você está interessada? Quer um tempo pra pensar?”
Pensar? hahahah! Claro que aceitei na hora! Trabalhar nessa área nova, colocar um puta projeto desse no meu CV, ter visibilidade, colaborar com designers, dançarinos, coreógrafos, cientistas, arquitetos e até geógrafos. Equipe ultra multidisciplinar.

Ela ficou de me mandar a offer letter, o que deve acontecer nas próximas semanas. Até lá não vou falar nada pro meu chefe atual. Mas assim que a carta chegar eu já vou sentar com ele pra ter essa conversa. E bye bye!

Nem preciso dizer que estou super feliz com essa possibilidade! Portas e janelas se abrindo! E vou mandar mto bem nesse projeto. Vou mostrar pra essa galerinha o que é que a carioca tem!

Hoje ainda me reuni com um dos meus orientadores de mestrado. Ele está escrevendo um livro e vai citar a amebeats lá. Ainda disse que quer botar a amebeats numa exposição ainda antes de eu viajar. Vamo que vamo!

Hj o dia foi tão cheio que tô até com dor de cabeça. Mas foi uma das melhores dores de cabeça que já senti. 😉

Uma outra cidade maio 24, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in viver nos EUA.
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Eu sinto que moro em duas cidades diferentes: Columbus no frio e Columbus no calor. Além da paisagem, a alma da cidade muda completamente. No frio a cidade está cinza, morta, quieta. As árvores não têm folhas, não escuto os pássaros, as pessoas estão sérias e o tempo passa mais devagar. No calor tudo fica mais fácil. A cidade ganha cor e vida. A luz do sol está presente em grande parte do dia. Acordo sem despertador. Os passarinhos criam a trilha sonora do meu dia-a-dia. As pessoas estão vivas, mais simpáticas e se vestem melhor. De uma hora pra outra tudo começa a acontecer.

Por mais que eu ame o calor eu juro que vou sempre me esforçar pra gostar do frio também. Enquanto ele não chega, vou aproveitando o “descanso”.

Uma coisa de cada vez maio 23, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in divagacoes.
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Tenho conseguido me focar em uma coisa de cada vez e percebo que esse é o melhor antídoto pra ansiedade. Eu costumo ser bem ansiosa. Contagem regressiva pra isso e pra aquilo. Mas esses dias tô diferente. Tantas coisas acontecendo. Mais coisas ainda pra acontecer. E eu tô conseguindo me focar no dia de hoje. Não penso em ontem e nem em amanhã. Penso no que tenho que fazer hoje. Isso serve tanto para momentos de trabalho quanto de diversão.

Durante o fim de semana eu tenho feito um esforço pra não pensar em nada relacionado à trabalho. Não ficar matutando problemas que só vão chegar na 2a feira. Sábado e domingo eu ignoro os problemas e isso dá uma revigorada boa. 2a feira eu acordo e penso no que preciso resolver durante a semana. E assim vou seguindo.

Estou em reta final na faculdade. Dia 7 de junho tenho um trabalho para entregar: o primeiro protótipo do meu projeto de mestrado. Então, durante a semana, eu tenho dedicado meu tempo à isso. A parte técnica tem sido muito desafiadora pra mim, mas eu tô correndo atrás, tentando adiantar o máximo possível para poder tirar mais dúvidas com o professor. Vou indo nos meus passos de tartaruga. Devagar e sempre! Até 6a vou ralar nesse projeto e só pensar nisso. 6a à tarde eu paro pra pensar que vou num festival sinistro em Detroit e me preparo pra isso. Em Detroit não quero pensar em nada. Esquecer da vida e dançar para renovar. 3a de manhã eu volto para a sala de aula e meus projetos.

Do dia 7 em diante estarei dedicada integralmente ao planejamento da minha viagem. E aproveitando os últimos dias da Rô por aqui que vai embora no dia 16.

Through time into healing maio 21, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in livros.
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through_time.jpgEsses dias terminei de ler mais um livro da minha maratona Brian Weiss. Os livros todos giram em torno do mesmo assunto e são sempre muito interessantes. A leitura é rápida e fácil de assimilar. Esse livro fala sobre como curar problemas psicológicos através da terapia da regressão. Cada capítulo se foca em um tipo de problema e ilustra com estudos de caso. Como os outros, o livro também fala sobre espiritualidade em geral.

Uma parte interessante fala que nossos problemas e obstáculos atuais não são randômicos ou acidentais. Eles são designados para acelerar nosso progresso espiritual. Esses desafios nos ensinam sobre amor, inveja, raiva, etc. São nos momentos difíceis que mais crescemos e progredimos. Superar barreiras e obstáculos aceleram nossa evolução. Momentos fáceis são considerados como “descanso”.

O livro ainda diz que são as almas mais fortes que escolhem passar por momentos desafiadores pois estes proporcionam mais oportunidades de crescimento.

Isso me fez pensar nos momentos mais difíceis da minha vida e em como eles me fizeram evoluir. Isso faz com que eu viva cada vez mais sem medo de aceitar desafios, sem medo de ir pelo caminho mais difícil se eu achar que esse é o melhor caminho pra mim. Não quero nunca me acomodar e ficar passiva diante da vida, vendo o tempo passar. Diga não à mediocridade! Com o tempo a gente descobre que é muito mais forte do que imagina.

Pra finalizar, deixo uma frase do livro.

Time is not as we see time, but rather in lessons that are learned.

amebeats em video – parte 2 maio 18, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in mestrado.
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Pronto, missão cumprida. Agora posso voltar à me focar em outros projetos.
Aí está um vídeo mostrando o som da dita cuja.

amebeats em video maio 17, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in mestrado.
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Finalmente coloquei o video da amebeats na internet. Esse video mostra de maneira geral um conjunto de pessoas interagindo com a instalacao. Depois desse vou fazer um outro que mostre o som que sai da propria ameba. Aguardem.

Exposição maio 16, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in mestrado.
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Esta sexta-feira expus um trabalho no open house anual do ACCAD (Advanced Computing Center for the Arts and Design) aqui na Ohio State. Esse trabalho é um sound mixer onde uma câmera de vídeo reconhece luzes coloridas e ativa diferentes sons dependendo da localização destas luzes. Cada área da tela contém um loop de som diferente.

Esse projeto foi um dos que fiz na minha aula. Vejam o videozinho abaixo: