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Eu conseguiiiiii!!! janeiro 31, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in mestrado.
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Meu paper foi selecionado pra ser apresentado na conferência CHI2008 em Florença – Itália!!! Uhuuuu! Essa é simplesmente a maior conferência do mundo em Interação Homem-Computador. Todo mundo da minha área, não importa de que país, conhece essa conferência. E eu estarei lá! Eu e meu projeto BuddyWall, competindo com mais 9 estudantes de mestrado do resto do mundo! Foram selecionados 12 estudantes de graduação e 10 estudantes de pós!

Essa era A conferência que eu queria ir! E não vou como work in progress, mas na student research competition. Obrigada meu Deus!!!

Estou tão feliz com essa conquista e mais uma oportunidade maravilhosa! No início de Abril vou viajar lá pra Italia e participar desse congresso maravilhoso de 5 dias em Florença! Dio mio!!! É tanta areia pro meu caminhãozinho!

Ao ver o e-mail de que fui selecionada fiquei sem fôlego, tremi nas bases, chorei como criança e agradeci a Deus tanto, mas tanto, que ele com certeza me escutou! Obrigada, obrigada, obrigada!

E eu que já estava ocupada, agora estou mais ainda. Preciso submeter a versão final do paper até dia 5 de fevereiro (semana que vem) levando em consideração todos os comentários que recebi dos revisores: que foram mto pertinentes e construtivos. Esse fim de semana eu não desgrudo a bunda da cadeira!

Acreditem ou não, mas hoje de manhã eu mandei um e-mail pra mim mesma “simulando” minha aceitação na conferência. O assunto do e-mail era “CHI acceptance notification” e no corpo do e-mail eu escrevi pra mim mesma “Boa sorteeee”. heheh, parece coisa de maluca, mas eu não quero mais ficar torcendo contra mim. Quero sempre pensar no melhor, pensar positivo e quem sabe dessa forma atrairei cada vez mais coisas positivas?

E a luta continua companheiros! Uhuuuu

Impossible is nothing…

Italiano americano janeiro 30, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in mestrado.
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Quando estava no nível 1 do Italiano minha professora era Italiana (de Verona). Era muito simpática. A cada um que chegava ela falava oi (ou melhor, ciao). Já chegava conversando, perguntando o que andavamos fazendo e quando tocava o sino, começava a aula. Isso já ia deixando um clima legal além de dar uma oportunidade de o pessoal ir interagindo livremente e praticando o idioma.

Pulei o nível 2 e agora estou no nível 3 e minha professora é americana. Minha primeira impressão foi que ela tem realmente um sotaque péssimo. Eu conheço outros americanos que falam Italiano muito bem, mas o sotaque dela é sofrível. Aposto que qualquer italiano no mundo morreria ao vê-la ensinando. Mas com o tempo isso passou a ser um detalhe.

A dinâmica da aula de italiano agora é totalmente diferente. Eu chego sempre uns 10 minutos antes do início da aula e na sala está um silêncio absurdo, como se tivesse morrido alguém. Ninguém fala com ninguém. Ninguém olha pro lado. Eu olho em volta, ninguém olha pra dar um oi. A professora chega e não fala com ninguém. Nem um bom dia! Será que não somos todos merecedores de um bom dia??! Ela entra, como se fôssemos seres invisíveis, senta na sua mesa e fica la escrevendo ou lendo alguma coisa. Entram mais uns alunos e ninguém olha, ninguém se fala. E a professora fica lá. Parecendo uma estátua. E não reclamo só da professora. A turma toda é assim. Ninguém se fala, ninguém olha pro outro.

Trrrrim! Toca o sinal do início da aula.
Aí sim a professora robôzinho diz sempre a mesma coisa, todo santo dia:
— Buongiorno! Come state oggi? Tutto bene?
E assim começa sempre a aula. Sempre da mesma forma.

Nossa, mas que coisa mais mecânica, mais sem emoção. Só se diz buongiorno depois do sino tocar?

Não estou dizendo que todos os americanos são assim. Conheço outras duas professoras americanas de italiano que são muito simpáticas e comunicativas. O que me pergunto é pq certas pessoas são assim. Parece que têm medo de viver, de interagir com os outros. Se não tem paixão pelo que faz, então porque faz?

Enfim… como muitas coisas aqui eu resolvi me adaptar. Sou uma pessoa comunicativa mas aqui muitas vezes me vejo retraída por reflexão ao comportamento alheio. Muitas vezes não sou eu mesma aqui.

Animacao janeiro 28, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in comida, diversao & arte.
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Essa animacao da Luyza Pereira (que estudou com meu amigo Iuri na ESDI) ganhou o Festival do Minuto 2005. Excelente!

Mas já? janeiro 28, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in divagacoes.
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E o fim de semana passou assim: voando. Atualmente os fins de semana têm sido sinônimo de tempo pra adiantar projetos. Sexta a tarde eu já faço uma lista de coisas que quero fazer no FdS e nunca consigo riscar todos os itens. E olha que eu fico enfurnada em casa. Primeiro pq estou precisando fazer tanta coisa e segundo pq, sinceramente, a vida em Columbus já não me atrai mais faz tempo. Prefiro ficar em casa trabalhando em algo que vai me dar um retorno do que sair para algo que vai me frustrar. Não é sempre assim, claro. Mas estou bem seletiva quanto às minhas saídas.

Sexta-feira eu fiquei em casa lavando roupa com minha amiga Lu que partiu pra Australia no sábado de manhã. Sábado eu passei o dia todinho em casa e Domingo só saí pra almoçar fora. O resto do tempo tentei adiantar algumas coisas mas senti que não evoluí muito esse finde.

Finalizei todos os exercícios do nível 2 do Italiano (o nível q eu pulei). Agora tô em dia com tudo então o Italiano não vai mais ficar ocupando meu tempo. Mas esse é o desafio mais fácil que eu tenho. Enviei meu artigo para 2 conferências: uma de estudantes de interaction design na Dinamarca e outra de design e emoção em Honk Kong. Fiquei tentando evoluir com o programa do meu projeto de mestrado mas tô empacada num problema com as minhas portas seriais. Maledettas portas, viu? Fora isso, mandei uns 2 e-mails pra oportunidades de emprego, coisa que estou fazendo on the side, já pensando no que vem depois do mestrado. Mas agora tô bem mais focada é no meu projeto de tese que tem que sair, se Deus quiser.

E amanhã o dia já tem que ser produtivo.
De manhã vou pro Italiano, ginástica e conversação de Italiano. Depois disso passo a tarde toda no trabalho adiantando o máximo que der e ainda preparando um negócio pra um outro projeto que tenho reunião na 3a. Peguei o filme Volver do Almodovar mas nem isso fiz no finde. Vou precisar ver amanhã ou 3a pois na 4a já preciso devolver.
Essa semana eu recebo o resultado do artigo que enviei pra CHI. Ai, como seria bacana se me selecionassem. Tenho tantas dúvidas mas a esperança é sempre a última que morre. Às vezes fico me questionando se meu projeto de mestrado é tão desinteressante assim. Vou ficar é feliz quando esse protótipo começar a funcionar.

Nossa, quantos pensamentos pra um domingo a noite!
Agora chega que é hora de dormir.

Boa semana a todos! 😀

Discurso de Nizan Guanaes janeiro 28, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in textos.
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O texto que segue abaixo foi escrito para uma formatura da FAAP, por Nizan Guanaes, que foi o paraninfo da turma.

Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho licença para dar alguns.

Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja aqui vão alguns, que julgo valiosos.”

Meu primeiro conselho :
Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não  invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham, porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: – “Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo.” E  ela respondeu: -“Eu também não faço, meu filho.” Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.

Meu segundo conselho :
Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal, é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens.
Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.

Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia:
“Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito”. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito, ou seja, é preferível o erro à omissão, o fracasso ao tédio, o escândalo ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido, tendo consciência de que cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar, sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.

Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: “eu não disse!”, “eu sabia!”. Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que elefaria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.

Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem.

De 8 às 12,de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio (que é a morada do demônio) e constrói prodígios. O  Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito o que aprender com  aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses, que trabalham de sol a sol, construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.
Trabalhe!

Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo (que é mesmo o senhor da razão) vai bendizer o fruto do seu  esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.

E isso se chama SUCESSO.

Por Fernando Pessoa janeiro 26, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in textos.
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“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo… “

Que maravilhosa essa passagem!
Um ótimo fim de semana a todos.

Meus anjos janeiro 25, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in amigos & familia.
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Aí estão as pessoas mais importantes da minha vida. Eu não tenho palavras pra agradecer tudo que fazem e já fizeram por mim. Sempre que penso nos momentos mais importantes da minha vida, lá estavam eles. Sempre me apoiando, me ajudando e torcendo pelo meu sucesso. Na minha formatura na época do intercâmbio na Clover Park High School meu pai até botou um terno que eu comprei no bazar da igreja. O terno era de um falecido e custou a bagatela de $3.75! E eles estão sempre lá: Na formatura da UFRJ, mudança para outro país, mudança de New Jersey pra Ohio, sempre presentes: no mundo real ou virtual.

Se tem um casal que sempre torceu por mim de forma incondicional, foram eles. Sou tão agradecida por ter os pais que tenho. Sei que eles estão sempre na torcida, sempre me ajudando, sempre comigo aonde eu estiver.

Eu ainda quero poder proporcionar tantas coisas à eles. Um dia chegar e perguntar “Querem passar um mês na Tailândia? Tô enviando as passagens”. Se Deus quiser, farei isso e muito mais! Quem sabe um apartamento na Austrália, de frente pro mar, ao lado de uma academia e supermercado (coisas que eles mais amam) pra passarem as férias quando quiserem.

Eu amo muito vocês, meus pais! Não sei o que seria de mim sem a ajuda de vocês…

Um beijo especial pra mamãe, essa mulher linda que mais parece minha irmã, pois hoje é seu aniversário. Aquariana como eu, só podia ser CB (Sangue Bom!). Parabéns, mama!!!

Pra fechar, uma música que amo. Beijos a todos!

Estimulando o intelecto (aka, Queimando a mufa) janeiro 23, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in mestrado, profissao.
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Politicamente falando estou participando de projetos intelectualmente estimulantes, mas na verdade estou mesmo é queimando minha mufa. Lidando com os 2 projetos mais complexos da minha vida até agora. Vejo isso como um bom sinal. Sinal de que eu superei todos os desafios dados pra mim até agora e a tendência é que eles fiquem mais complexos. Parece que isso faz parte da estratégia do universo pra ver até onde você consegue ir e eu gosto de entrar no jogo dessa estratégia. Cada vez com menos medo dos desafios e mais curiosa pra ver até onde eu posso chegar. Isso me lembrou de uma frase que tenho aqui na minha geladeira:

“Only those who risk going too far can possibly find how far they can go.” (T.S. Eliot)

Perguntem pro meu amigo Gui como eu ficava cada vez que precisava criar algo novo. Me sentia incapaz, ficava com medo de não conseguir, ficava ansiosa. Ele me dizia que o processo de criação é pra ser algo prazeiroso e não doloroso. O mesmo ocorre com o processo de resolução de problemas. Ninguém encara um problema já sabendo a resposta e faz parte do processo efetuar uma investigação e não desistir até encontrar uma resposta.

Acho que isso foi uma das coisas mais importantes que aprendi no mestrado. Ainda preciso melhorar esse conceito dentro de mim mas acho que isso vem com prática.

Eu me sinto muito desafiada nesse novo emprego. Ô projetinho complexo esse, viu? Mas tô adorando.  Até porque não estou sozinha nesse barco. É uma equipe grande, cada um lidando com a sua parte na resolução da complexidade. Enfim, o que eu quero dizer é que prefiro muito mais estar envolvida nesse projeto, queimando minha mufa, do que estar trabalhando naquela revista onde eu não tinha desafio nenhum e fazia tudo com o pé nas costas.

Meu projeto de mestrado é outro que está sendo um grande desafio. Todo dia eu pesquiso um pouquinho e avanço um pouquinho. Até um dia que acharei a solução.

Frase do dia janeiro 21, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in divagacoes, profissao.
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Escolha um trabalho de que gostas e não terás de trabalhar um único dia em tua vida.

Confúcio

Desafios e confiança janeiro 21, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in divagacoes.
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Eu ia escrever um post sobre a quantidade de desafios que estou tendo que enfrentar desde que vim morar fora. Aí ontem mesmo estava lendo numa Bons Fluidos antiga uma matéria sobre confiança. Os dois andam de mãos dadas. Enfrente os desafios (ou medos — são iguais), vença e ganhe confiança.

Não é que minha vida não tivesse desafios antes de eu vir morar fora. A UFRJ foi o 1o grande desafio. Me formar lá me deixou com confiança pra enfrentar o que viesse pela frente. Lembro bem de falar, ao me formar, que agora estava “cascuda” e que o que viesse pela frente eu enfrentaria. Mal sabia eu o que estava por vir: desafios ainda maiores, em outro idioma, sozinha, frio, país estrangeiro, cultura diferente, trabalhos que nunca tinha feito antes e tudo com alta dose de cobrança.

O mestrado na Ohio State me trouxe 10 vezes mais desafios que a graduação na UFRJ. Lembro bem de quantas noites eu passei chorando pq não conseguia fazer os projetos. Quantas vezes eu achei que não ia dar conta e ralei até conseguir. E falar em público em inglês? Eu tremia nas bases e hoje já é “lugar comum”. Agora estou com os últimos desafios do mestrado, o principal deles é meu projeto final. Muito mais complexo que a Amebeats, esse aí está fazendo com que eu e meu pai quebremos nossas cabeças simultaneamente. Estava mais preocupada e agora estou com mais fé, apesar de estar tendo que lidar com eletrônica e programação, coisas que não tenho experiência e achei que nunca mais ia ver. Mas é isso: mais um desafio. Acho que se na vida a gente aprende a enfrentar os desafios com fé e sem desespero eles logo mostram que não são aquele bicho-de-sete-cabeças. O negócio é enfrentar e perseverar.

Abaixo uma frase que peguei na revista Bons Fluidos. Quem disse foi Eleanor Roosevelt, mulher do ex-presidente americano Franklin Roosevelt.

Você ganha força, coragem e confiança a cada experiência em que enfrenta o medo. Você tem que fazer exatamente aquilo que acha que não consegue.