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Quase me fez chorar… novembro 26, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in saudade.
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… o Rio de Janeiro na home page do live search. Vai logo antes que tirem 🙂

rio-live

Hoje vou falar dele junho 14, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in divagacoes, saudade.
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Tem quase um ano que essa história começou e eu nunca comentei por aqui. Sempre fico com um certo medo de falar muito da minha vida pessoal no blog. Não sei porque esse receio. Talvez pq meu blog tenha uma média de 150 leitores diários e só devo saber quem são uns 10. Mas eu nunca tive problema com o blog. Nunca tive problema com nada do que falei. Então pra que o medo? Enfim, vamos lá… 😛

Tudo comecou há um ano atrás quando fiz aquela viagem de 2 meses sozinha pela Europa. Lembro bem de um papo que tive com meu melhor amigo antes de viajar onde ele me dizia para ficar muito atenta à todas as pessoas que conhecesse pois nessa viagem eu conheceria uma pessoa especial que mudaria minha vida. Ele falou com tanta certeza que eu fiquei curiosa para ver se ele realmente tinha razão.

Eu saí de Columbus com a viagem toda planejadinha. Sabia todo o meu roteiro, quantos dias ficaria em cada lugar e tudo mais. Só que na Inglaterra eu conheci um brasileiro que me falou de um festival na Italia no começo de Agosto. E em Praga conheci outro brasileiro que estava indo pro mesmo festival. Meu deu a louca e resolvi que tinha que ir nesse festival de Italia de qualquer forma. Rearrumei todo meu roteiro que estava tão arrumadinho há tempos. Resolvi ir direto de um festival na Alemanha para esse festival na Italia. Peguei 24h de trem pra pular de um acampamento a outro. Conheci um brasileiro amigo desse que tinha conhecido na Inglaterra na estação de Milão e fomos juntos. Chegando na Itália conhecemos mais outros 3 brasileiros e acampamos todos juntos.

Só que uma noite eu me perdi de todo mundo e fiquei vagando pelo festival sozinha. Estava andando por uma área escura onde mal dava pra enxergar onde estava pisando. Pessoas passavam pra lá e pra cá com suas lanternas mas eu tinha esquecido a minha então estava andando com cuidado. Até que vi que a lanterna de alguém estava iluminando meu caminho. Andei mais devagar pra ver se a pessoa passava e nada… “Que estranho”, eu pensei. Até que “a pessoa” me disse algo em Italiano que eu não entendi pois não falava italiano na época. Eu disse que não falava a língua e começamos a conversar em inglês. Um papo que era pra durar uns 20 minutos está durando quase 1 ano. Nos identificamos aquela noite pois percebemos logo que eramos muito parecidos. Acabamos passando a noite toda juntos. E peguei o e-mail dele.

De Florença resolvi escrever pra dar um alô e falar dos meus planos de viagem. Tinha visto no mapa que ele não morava muito longe de Florença, onde eu estava. Minha próxima parada era Roma e ele perguntou se eu não achava legal se ele fosse pra Roma comigo. Uma história dessas só acontece em viagem mesmo. E eu pensei “Pq não?”. E lá estava eu na estação de Florença pronta pra viajar com um Italiano praticamente desconhecido. E olha… ainda bem que eu não segui a razão nesse momento. Pois conheci a pessoa mais maravilhosa que poderia conhecer na minha vida. Passamos 4 dias maravilhosos em Roma, nos demos tão bem. Depois disso ainda passei 2 dias na casa dele em Bologna e nos despedimos com a promessa de que nos veríamos novamente.

Ainda na Europa trocavamos diariamente mensagens no celular. A história continuou via e-mail, skype, MSN, telefone, SMS… Todos os meios virtuais que se possa imaginar. E em Novembro do ano passado a gente se reencontrou em NYC. Primeira vez dele nos Estados Unidos.

O segundo encontro foi na Italia em Abril quando fui participar do congresso. E o terceiro foi ha 2 semanas, aqui mesmo em Columbus — 2a vez dele nos Estados Unidos. O próximo será em Agosto, em Seattle. Esse vai durar um pouco mais: de 2 a 3 semanas e vamos poder viajar pela costa oeste.

Se um dia vamos conseguir estar juntos fisicamente, eu não sei. Mas essa história já me deu mais alegria que todas as minhas histórias “sem restrições geográficas” juntas. E isso pra mim é um sinal de que é preciso ter fé, e ir vivendo um dia após o outro. Continuo acreditando que o futuro me reserva boas novas. 🙂


A te (Jovanotti) abril 22, 2008

Posted by Melissa Quintanilha in saudade.
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A te che sei l’unica al mondo
L’unica ragione per arrivare fino in fondo
Ad ogni mio respiro
Quando ti guardo
Dopo un giorno pieno di parole
Senza che tu mi dica niente
Tutto si fa chiaro
A te che mi hai trovato
All’ angolo coi pugni chiusi
Con le mie spalle contro il muro
Pronto a difendermi
Con gli occhi bassi
Stavo in fila
Con i disillusi
Tu mi hai raccolto come un gatto
E mi hai portato con te
A te io canto una canzone
Perché non ho altro
Niente di meglio da offrirti
Di tutto quello che ho
Prendi il mio tempo
E la magia
Che con un solo salto
Ci fa volare dentro all’aria
Come bollicine
A te che sei
Semplicemente sei
Sostanza dei giorni miei
Sostanza dei giorni miei
A te che sei il mio grande amore
Ed il mio amore grande
A te che hai preso la mia vita
E ne hai fatto molto di più
A te che hai dato senso al tempo
Senza misurarlo
A te che sei il mio amore grande
Ed il mio grande amore
A te che io
Ti ho visto piangere nella mia mano
Fragile che potevo ucciderti
Stringendoti un po’
E poi ti ho visto
Con la forza di un aeroplano
Prendere in mano la tua vita
E trascinarla in salvo
A te che mi hai insegnato i sogni
E l’arte dell’avventura
A te che credi nel coraggio
E anche nella paura
A te che sei la miglior cosa
Che mi sia successa
A te che cambi tutti i giorni
E resti sempre la stessa
A te che sei
Semplicemente sei
Sostanza dei giorni miei
Sostanza dei sogni miei
A te che sei
Essenzialmente sei
Sostanza dei sogni miei
Sostanza dei giorni miei
A te che non ti piaci mai
E sei una meraviglia
Le forze della natura si concentrano in te
Che sei una roccia sei una pianta sei un uragano
Sei l’orizzonte che mi accoglie quando mi allontano
A te che sei l’unica amica
Che io posso avere
L’unico amore che vorrei
Se io non ti avessi con me
a te che hai reso la mia vita bella da morire, che riesci a render la fatica un immenso piacere,
a te che sei il mio grande amore ed il mio amore grande,
a te che hai preso la mia vita e ne hai fatto molto di più,
a te che hai dato senso al tempo senza misurarlo,
a te che sei il mio amore grande ed il mio grande amore,
a te che sei, semplicemente sei, sostanza dei giorni miei, sostanza dei sogni miei…
e a te che sei, semplicemente sei, compagna dei giorni miei…sostanza dei sogni…

1 mês! novembro 14, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in saudade, viagens.
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ipanema2.jpg

Hoje falta 1 mês pra minha viagem ao Rio. 1 mês!!! Nossa, nem parece que está tão perto. Acho que é pq quero realizar tantas coisas antes da viagem que nem ainda tô muito no clima de contagem regressiva. Mas hoje abriu um solzinho, esquentou o tempo por aqui. Eu fechei os olhos e consegui me imaginar na foto acima. Minha ipanema querida! Quantas saudades!!! Quantas saudades da minha família e meus amigos queridos. Às vezes fico tão envolvida na vida de mestranda que esqueço como é viver no Rio de Janeiro. Tô feliz que vou passar 3 semanas por aí. Vai ser essencial pra descansar a cabeça e recarregar as energias pra reta final do mestrado.

A rainha do mar outubro 28, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in saudade.
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ipanema.jpg

Se Copacabana é a princesinha do mar, ipanema só pode ser a rainha. Como é lindo esse lugar. Eu até esqueço. Hoje vi essa foto linda no fotolog do meu amigo Fabio e fiquei pensando em como estou com saudade desse bairro maravilhoso de onde eu vim. Beleza de tirar o fôlego. Tem quase 1 ano que não ando nesse calçadão. Em 1 mês e meio tô em casa de novo!

Carnaval fantasma fevereiro 22, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in divagacoes, saudade, viver nos EUA.
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Nossa, ainda bem que chegou a quarta-feira de cinzas. Posso afirmar, agora com certeza, que o carnaval é a época mais difícil de passar. É a única época do ano em que o MSN fica às moscas, ninguém troca mensagens no orkut e não chega praticamente e-mail algum. Nesse carnaval eu me senti sozinha e percebi como o mundo virtual ocupa uma parte importante da minha vida. Percebo agora que recebo um carinho enorme do mundo virtual e viver sem isso aqui é difícil. Ainda bem que é só no carnaval.

Ontem eu nem passei aqui pra agradecer. O VP disse que eu vôo sobre a vida. Mas ontem uma das minhas asas falhou. E eu dei aquelas titubeadas que antes eram tão frequentes e agora passam a ser mais ‘controláveis’. Me fez parar pra pensar que eu, definitivamente, não me adapto à cultura americana. E juro que já tentei.

Aos 16 anos – quando vim fazer intercâmbio em Washington – eu queria ser como um deles. Queria ser cheerleader da escola, queria me vestir como eles, falar como eles. Se alguém desconfiava que eu não era americana, eu levava pro lado pessoal. Eu tentei entrar nos grupos. Tentei ir nas festinhas. E terminei indo passear no shopping sozinha, indo ao cinema sozinha, passando horas a fio escrevendo cartas para os amigos no Brasil (sim, pasmém! Eu não tinha acesso à internet naquela época. Mandava cartas e falava somente com meus pais durante 30 minutos nos domingos). Comi também uns cookies extras. Na verdade, vários cookies extras, que me deram 13kg a mais em um ano. Eu fazia contagem regressiva na agenda para voltar pro Brasil.

“Nossa!”, vocês devem pensar, “deve ter sido a pior experiência da vida dela.”
E eu digo que foi a pior sim. Mas também foi a melhor. Pela primeira vez na vida eu tive que lidar com sofrimento e privações. Aos 16 anos eu estava longe da minha zona de conforto: casa, cidade, idioma, família, amigos e namorado. Como eu amadureci nessa época! E é por isso que faria tudo de novo. Tanto que fiz…

Depois de formada na UFRJ, surgiu a oportunidade de ir trabalhar na Siemens em New Jersey. Eu tive uma experiência sofrida no intercâmbio mas não pensei duas vezes antes de fazer minhas trouxinhas e me jogar no mundo novamente. E lá fui eu sofrer de novo. Fiz poucos amigos (quase todos estrangeiros), me identifiquei cada vez menos com a cultura americana, mantive muitos amigos virtuais, passei muitas noites em casa vendo DVD e dessa vez consegui engordar só 5kg e emagrecer tudo antes de voltar. E quando eu imaginei que aos 25 anos eu passaria um ano inteiro sem dar um beijo na boca? Pois é, haja motivação. Ainda tirei forças (não sei de onde) no meio do inverno para correr atrás e conseguir o mestrado e bolsa na Ohio State. O maior sonho da minha vida estava ali na minha mão: em 2005 eu ia começar meu mestrado em Ohio. Aquele período em New Jersey foi difícil, mas valeu a pena e me fez evoluir. E como!

Recarreguei as energias durante 2 meses no Brasil antes de me mudar novamente. Voei para NJ e fui dirigindo 10h sozinha até Ohio. Cheguei lá cheia de esperança. Morava em um quartinho mas via aquilo como meu apartamento. O mestrado me triturou no primeiro ano. Como eu ralei! Noites durante a semana, fins de semana inteiros, madrugadas… Só fazia trabalhar e estudar. Tinha um grupo legal de amigos mas que ainda não rolava identificação máxima. E também pela minha carga de trabalho, acabava passando mto tempo sozinha fazendo projetos. O primeiro ano acadêmico cansou. Cansou tanto que até cansei do quartinho e resolvi procurar um apê. Foi uma das melhores coisas que fiz. Minha vida já melhorou muito ali. Minha casa é uma das coisas que mais amo em Ohio. Conheci a Rô e o Zé durante o verão. Fui vejelar!!! Quem diria que eu iria velejar em Ohio? Trabalhei durante o verão, fiz um dinheirinho, mobiliei a casa, comprei meu laptop, recebi meus pais. O 2º ano letivo começou e eu sofri horrores com a ameba! Nossa! Pra quem achava que estava ok de desafios, veio um ainda maior. Foi o projeto mais desafiador que fiz na vida. E consegui!

Em dezembro fui ao Brasil e vivi uma história inesperada que por si só me mostrou tanta coisa que já valeu a pena. Volto para Ohio no maior esquema “chega de sofrer” (parecendo aqueles anúncios de igreja evangélica). O quarter seguinte na faculdade já rolou bem melhor com direito a tempo para projetos, tempo para pesquisas e noites bem dormidas. Eu nem lembrava como era viver assim – como gente.

Tudo bem, a minha asa deu umas falhadas esse mês e em alguns momentos eu não quis agradecer por nada. Mas lendo a história que eu acabei de escrever, já mudo de idéia. Tenho muito à agradecer. Como ouso achar que não tenho nada para dizer “obrigada” num dia? Estou vivendo com muitas privações? Sim. E como! Como eu gostaria de estar numa cidade viva, me identificando com a cultura e com as pessoas, cercada de amigos, família e com um namorado me amando muito. Queria tudo isso sim. Pra ontem, se possível. Mas eu tô correndo atrás de um objetivo e entendo que o meu caminho fui eu que escolhi e por ele devo passar. E eu vou passando com persistência e paciência para colher os frutos depois.

No final o tempo dá todas as respostas.

***
21/02: Sou grata por… conseguir perceber o motivo das coisas serem como são.

22/02: Sou grata pelo… carinho virtual que recebo diariamente na minha vida. Tem sido muito importante.

O carnaval chega e a internet fica vaziiiiia… fevereiro 18, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in divagacoes, saudade, viver nos EUA.
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Posso dizer que durante o carnaval sempre rola uma certa “tensão”. É difícil evitar pensar que, nesse momento, o Brasil inteiro está em festa e aqui as ruas estão frias, vazias e cheias de neve. É como comparar água com vinho, dia com noite, verão com inverno. Melhor então nem comparar.

Ontem eu nem escrevi aqui pois fiquei pensando que é difícil ser positiva todos os dias. As pessoas devem passar por aqui e achar que sou uma pessoa super feliz e alto astral. Não é que eu não seja, mas preciso deixar claro que se trata de um exercício diário. Diariamente estou procurando me focar nas coisas boas que tenho hoje na minha vida e não nas coisas que me faltam. Porque, na verdade, sinto que me faltam taaaaantas coisas e focar nisso não vai me ajudar em nada. Por isso que não gosto de quem se faz de vítima pois eu tenho mil motivos para me fazer de vítima e não me faço. Só o fato de estar morando num país estrangeiro com o qual não me identifico com o povo e cultura já poderia me render dias e dias de reclamação. Mas eu escolhi isso. Estou aqui porque eu quis. Então não quero me focar em reclamações pois isso só dificultará as coisas. Ser forte todos os dias é tão difícil mas eu estou conseguindo fazer com que meus dias felizes ultrapassem os infelizes e assim vou caminhando… Eu sei que meu período aqui é passageiro e depois que eu sair vencedora vou olhar pra trás e ver que superei todas as dificuldades e sou agora uma outra pessoa. Só preciso disso pra me impulsionar!

E aí vão os agradecimentos do fim de semana (pois por pior que uns dias possam ser, é injustiça deixar de agradecer):
***
17/02: Sou grata por… estar conseguindo manter o foco em coisas boas para levar minha vida aqui de maneira cada vez melhor.

18/02: Sou grata por… ser uma pessoa persistente. Não desisto nunca das coisas que acho importantes pra mim.

Essa minha vida virtual fevereiro 6, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in divagacoes, saudade, viver nos EUA.
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Eu sempre fui muito internetica mas quando vim morar fora do Brasil o mundo virtual ganhou uma maior importancia na minha vida. Por um bom tempo eu contava praticamente so com a internet como fonte de carinho. Triste, nao? Mas era verdade. Hoje em dia e’ o complemento mais importante `a minha vida aqui. Posso dizer que aqui sou viciada em internet mas no Rio de Janeiro nao. O que e’ totalmente compreensivel. O computador conectado `a internet e’ como meu cordao umbilical com o Brasil. Tem quase 3 anos que estou aqui e sempre mantive lacos com meu pais. Ainda tenho conta no Banco Real, celular e clientes la. Meu quarto esta intocado como eu deixei. E toda vez que eu volto, depois de um tempo, parece que nunca sai’. Me faz bem manter esse contato. Isso nao quer dizer que sempre evitei a cultura daqui. Ja tentei aprender e gostar da cultura americana mas depois de um tempo vi que nao adiantava forcar.

E em janeiro eu estabeleci mais um nivel de conexao com o Brasil: O Alejandro (que apesar do nome, mora no Rio). Parece que cada vez eu crio mais lacos com o Rio. Mesmo sem procurar, as coisas vao acontecendo dessa forma. Pra quem ja morou fora do Brasil em epocas pre-interneticas, morar agora ‘e um luxo. Da pra se sentir bem mais proximo. Ontem eu e Alejandro ficamos estudando “juntos”. Ele tinha que fazer um relatorio pra faculdade e eu tinha que estudar 3D. Entao a gente deixou o skype ligado so pra ficar mais proximo, so fazendo um comentario ou outro de vez em quando. Eu ouvia o barulho dele teclando, ele ouvia meus clicks de mouse… essas coisas doidas que alguem de uma geracao anterior nao entenderia. E na hora de dormir a gente se ve na webcam, da um beijo na tela ou no microfone e boa noite. Parece maluquice, mas a gente tem que viver com o que tem disponivel. Tenho certeza de que em breve alguem vai inventar o abraco virtual. Nao esta longe nao…

***
06/02: Sou grata por… ter conhecido o Alejandro esse ano. Ele no minimo serviu para setar um parametro na minha vida. Para me mostrar que nao temos que nos contentar com um amor mais-ou-menos e que uma mulher (qualquer mulher) merece ser muito amada e bem-tratada.

Nao sao as pessoas mais felizes do mundo? janeiro 18, 2007

Posted by Melissa Quintanilha in saudade.
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mel_ale.jpg

Nao falo muito desses assuntos por aqui pois tenho um pouco de receio de me expor, mas resolvi compartilhar a seguinte fotinho com vcs, tirada no dia 3 de Janeiro desse ano. Deu pra ver que o ano comecou muito bem, ne nao? Agora meu lema e’ “um dia de cada vez”. Muita paciencia e foco nesse ano!

Uma semana!!! dezembro 8, 2006

Posted by Melissa Quintanilha in saudade.
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ai ai ai ai, ta chegando a horaaaa!
Falta exatamente uma semana para eu embarcar pro Rio. E quanto mais perto chega a viagem, mais com saudade eu fico. Enquanto eu nao aprontei a ameba, nem pensei que ia pro Brasil e agora parece que a saudade veio em dobro! Comecei a pensar em tudo de bom que estou prester a ter contato novamente: minha familia, meus amigos, o povo brasileiro, os lugares lindos e maravilhosos, o clima, as festas, o calor humano… Ainda tem o Universo Paralello. Talvez Angra e Paraty. E um dia antes de voltar pra ca vou fazer minha tattoo!!! Nossa, muitas emocoes numa viagem so. E eu tenho certeza que quando voltar nao vou ficar triste. Esse ano sera diferente. Ano passado o mes de janeiro foi bem dificil pra mim. Mas esse ano eu vou voltar feliz para retomar os estudos e compartilhar tudo com meus amigos queridos daqui. E depois e’ so segurar as pontas ate marco e deixar o inverno pra tras mais uma vez.

Hoje eu ja comecei e pensar nas coisas que quero fazer quando estiver no Brasil:
– beber muito suco de fruta
– comer muito legume
– beber agua de coco
– tomar um acai com granola
– comer um churrasquito
– andar na praia
– dar um mergulhao na praia
– feira hippie
– festinhas DELUXE (a primeira ja no sabado!)
– chopp com amigos
– rever muitos amigos queridos
– comidinhas maravilhosas
– andar pelas ruas de ipanema
– ouvir muito portugues, olhar bem pras pessoas, malhar com mamae, ir na feira, observar tudo tudo…

Falta poucoooooooooo